Citigroup antevê novo resgate e reestruturação da dívida em Portugal

Portugal deverá “seguir as pisadas da Grécia e de Chipre”, diz o Citigroup, que diz que a crise política tornou mais provável um segundo resgate, que terá de incluir “algum tipo” de reestruturação da dívida.
parlamento paulo portas cds
Miguel Baltazar
Edgar Caetano 03 de Julho de 2013 às 11:34

“A estabilidade política e o apoio em relação ao programa de ajustamento verificados em Portugal nos últimos anos desapareceu”, diz o Citigroup. “Os desenvolvimentos políticos inesperados em Portugal comprovam como o ímpeto contínuo na austeridade degradou completamente o capital político do governo”.

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O banco de investimento não exclui que possa existir um governo de união nacional mas diz que o mais provável é a realização de novas eleições.

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A demissão de Paulo Portas, que colocou em risco o governo de coligação, “reduziu as hipóteses de uma saída suave do actual programa de ajustamento até meados de 2014”. “Um segundo pacote de resgate parece agora mais provável” e deverá incluir “algum tipo de reestruturação da dívida pública, nas pisadas da Grécia e de Chipre”.

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O Citigroup junta-se ao Bank of America Merrill Lynch e ao Royal Bank of Scotland, que também acreditam que Portugal necessitará de mais do que apenas um programa cautelar e que um novo resgate total envolveria necessariamente uma reestruturação de dívida.

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