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Fed corta taxas de juros nos EUA pela segunda vez este ano

A decisão já era esperada pelo mercado depois de, no mês passado, o banco central ter aberto um novo ciclo de alívio das condições de financiamento e sinalizado que o poderia fazer mais duas vezes este ano.

Jerome Powell é o presidente da Fed.
Jerome Powell é o presidente da Fed. Jacquelyn Martin / AP
29 de Outubro de 2025 às 18:01

A Reserva Federal (Fed) norte-americana anunciou esta quarta-feira um corte de 25 pontos-base na taxa dos fundos federais, que passa para um intervalo entre 3,75% e 4% — o nível mais baixo desde dezembro de 2022. A decisão já era esperada pelo mercado depois de, no mês passado, o banco central ter aberto um novo ciclo de alívio das condições de financiamento e sinalizado que o poderia fazer mais duas vezes este ano. Não foi, contudo, consensual entre os decisores.

"Os indicadores disponíveis sugerem que a atividade económica tem-se expandido a um ritmo moderado. A criação de emprego abrandou este ano e a taxa de desemprego subiu ligeiramente, mas manteve-se baixa até agosto; indicadores mais recentes são consistentes com estes desenvolvimentos. A inflação subiu desde o início do ano e mantém-se um pouco elevada", pode ler-se no comunicado da decisão.

Lembrando o duplo mandato do comité de procurar atingir o pleno emprego e uma inflação de 2% a longo prazo, a Fed aponta para os níveis de incerteza sobre as perspectivas económicas que continuam elevados. "O comité está atento aos riscos para ambos os lados do seu duplo mandato e considera que os riscos de queda para o emprego aumentaram nos últimos meses", adverte.

Face a estas evoluções, o banco central dos EUA decidiu reduzir a taxa de juro dos fundos federais em 25 pontos-base, para um intervalo entre 3,75% e 4%. A decisão foi apoiada por 10 dos 12 membros. Contudo, houve dois dissidentes. Por um lado, Stephen I. Miran - - preferia um corte de 50 pontos-base. Por outro, Jeffrey R. Schmid, defendeu que não houvesse qualquer alteração.

Além da mudança nos juros, a Fed anunciou igualmente que deixará de reduzir o seu balanço a partir de 1 de dezembro, pondo assim fim a um processo iniciado em 2022. Desde então, o banco central já se desfez de mais de 2 biliões de dólares em títulos do Tesouro e títulos garantidos por hipotecas (que tinham sido comprados principalmente durante a pandemia para apoiar a economia), levando o balanço para menos de 6,6 biliões de dólares, o nível mais baixo desde 2020.

(Notícia atualizada às 18:25)

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