Bush e os bosques
George W. Bush está a esforçar-se para que a luz que ilumina o sonho americano seja substituída por uma vela que se apaga ao primeiro sopro de vento. Está mesmo a tentar entrar para o «Guiness Book of Records»: nunca, em tão pouco tempo, alguém conseguiu aumentar o número de anti-americanos em todo o mundo. Deveria poder pôr a sua impressão digital no célebre Passeio da Fama.
O ataque das tropas americanas à cidade de Najaf, que irá mobilizar todo o universo xiita, é o mais recente erro político de Bush. Foi como com a família Chalabi: o pai, que era a melhor fonte da CIA, pode ser detido; o filho, que era o presidente do tribunal que iria condenar Saddam Hussein à morte, pode ser preso. Bush corre para o abismo a pensar que quando se atirar para o nada cairá num poço de petróleo e poderá nadar.
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Já agora: e os homens da GNR no Iraque? O que estão ali a fazer, já que não podem patrulhar ruas, porque a guerra civil já chegou a todos os locais? Será que submarinos e helicópteros americanos e um QG da NATO valem tanto?
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