Vou votar em quem quiser
A segunda volta deveria ser o momento da clarificação e do debate sereno, não o palco de uma batalha moral onde se tenta definir quem vota bem e quem vota mal.
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A segunda volta de umas eleições presidenciais é, por definição, um momento de escolha clara depois de uma primeira ronda em que a diversidade apresenta caminhos, mais ou menos credíveis, mas que não limitam as opções de cada um. O eleitorado é confrontado com apenas dois candidatos e chamado a decidir, de forma livre e soberana, qual deles deve ocupar o mais alto cargo do Estado. É precisamente por isso que causa perplexidade e legítima preocupação democrática, o clima de pressão, alinhamentos forçados e tentativas de isolamento político que frequentemente se instala neste momento decisivo. Para registo de interesses, confesso que conheço António José Seguro, julgo que desde 1985 aquando da fundação do Conselho Nacional de Juventude em que participei, e tenho por ele estima pessoal.
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