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Armando Esteves Pereira - Diretor-geral editorial adjunto Medialivre S.A.
24 de Abril de 2026 às 11:15

O país do “ramerrame”

Desde o ano 2000 que se contam pelos dedos de uma mão os anos em que o país registou um crescimento sólido do PIB, acima de 3%, e mesmo assim os dados de 2021, 2022 e 2023, são fruto da simples reabertura da economia após o apagão decretado em 2020 por causa da pandemia. A regra desde a entrada no euro tem sido a de uma longa estagnação, um “ramerrame” a que parecemos habituados e que, a longo prazo, se traduzirá num perigoso empobrecimento. Muita gente fala disto, mas não há coragem, nem condições políticas, para remédios com efeitos de longo prazo, que no primeiro impacto podem desagradar a muita gente.

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No “ramerrame” a que parecemos condenados, o país já nem sequer consegue ter o PIB a crescer de forma sustentada acima de 2% ao ano. É pouco, muito pouco. E não vale a pena culpar os fatores externos, que também são importantes. Agora é a guerra que agrava as despesas das famílias e trava a economia, mas se não fosse a imprudência de Trump, Portugal também não teria um desempenho deslumbrante.

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