Tentativa de vingança
O governo superou as previsões em 2025 ao conseguir um excedente de 0,7% do PIB, uma folga que nenhuma instituição tinha previsto. Mas em vez de se limitar a celebrar o feito, o ministro das Finanças aproveitou para criticar as instituições que tinham apontado resultados mais modestos. Houve até tentativas de vingança no parlamento. Um erro crasso, que esta semana teve resposta à altura da presidente do Conselho de Finanças Públicas.
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O Governo conseguiu um brilharete na gestão das contas públicas em 2025 e bateu as previsões. O ministro das Finanças pode-se orgulhar de um superávite de 0,7% do PIB, mais de 2 mil milhões de euros, tendo sido o segundo maior excedente em democracia. Mas em vez de celebrar, o Governo também tentou vingar-se das entidades oficiais que nas suas previsões tinham subestimado o resultado final. No parlamento até houve tentativa de ‘vendeta’ contra Mário Centeno, o ex-governador do Banco de Portugal, por causa das estimativas mais céticas. Mas o Conselho de Finanças Públicas também não escapou a esta tentativa espúria de acerto de contas.
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