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Hoje é perfeitamente claro o profundo erro que o PS cometeu. Uma política assente no ódio, na calúnia de adversários políticos e na judicialização da vida pública política tem sempre um resultado: degradar a democracia e alimentar as forças de extrema-direita que fazem desses elementos o combustível da sua ascensão.

Spinumviva: o resultado há muito esperado

Não é razoável que um Governo perca preciso tempo e capital político com matérias irrelevantes à melhoria estrutural da economia portuguesa. Quer ser reformista e agir? Excelente. Que o seja nas matérias que importam e com as pessoas certas, não com ideias que foram trazidas por um punhado de gente que nada tem a dizer para a construção da moderna economia portuguesa.

The Economist e a greve geral

O que já não é compreensível ou aceitável é que se façam fusões de organismos do Estado, de forma cega e sem ponderação, comprometendo e fragilizando a intervenção do Estado por muitíssimo tempo. Há certamente melhores formas para quem procura “ganhar galões” como “Reformador do Estado”.

Pagar para reduzir dívida e como não reformar o Estado

Qual a vantagem para a produtividade do país aumentar a duração dos contratos a prazo, num mundo que exige um grande esforço em formação, impossível de realizar em contextos de elevada precariedade? Ou recuar no direito à reintegração de alguém que foi ilegalmente despedido? Ou recuar nos direitos de grávidas em contexto laboral?

A antítese de uma reforma

Quando tudo aconselhava a que dirigíssemos as nossas energias a aproveitar a extraordinária oportunidade que a imigração representa através de fortes políticas de integração, o Governo decide ceder aos instintos populistas mais básicos e faz o inverso.

Menos Portugal

O Orçamento para 2026 marca o fim da estratégia orçamental prosseguida até aqui pelo Governo pois, como é claro, a sistemática subida da despesa corrente tornou-se incompatível com o equilíbrio orçamental defendido.

OE2026: quando uma estratégia se derrota a si própria

O Governo já coloca na comunicação social (ainda de forma não assumida, claro, em jeito de quem mede a temperatura do país), a necessidade de subir significativamente o imposto sobre os combustíveis (neste caso sob a forma de “imposição de Bruxelas”).

O último dos superávites (IV)

A recente a atualização da informação para o período 2025-2029 pelo Conselho de Finanças Públicas[2] reproduz estas preocupações e confirma a materialização do que à época eram só riscos no horizonte.

O último dos superavits (III)

Ao contrário das recomendações europeias, e do que foi feito, por exemplo, em Portugal, a França não retirou os apoios temporários, transformando-os em permanentes, inviabilizando a descida do rácio da dívida para níveis pré-pandemia, enquanto o défice público atingiu 5,8 % em 2024, valores superiores aos de outros parceiros europeus.

A dívida da França. Alertas para dentro de casa

Cada tentativa de reforma — seja a idade da reforma, a racionalização das pensões ou o corte em subsídios — é percebida como uma ameaça ao pacto fundacional entre Estado e cidadãos. A resposta política e social é imediata: censuras parlamentares, queda de executivos, greves, bloqueios, mobilizações.

França: uma crise da dívida como destino político?

O que é grave nesta crise é que a mesma resulta exatamente do mesmo que as crises políticas anteriores: a incapacidade de o sistema político francês encontrar uma maioria que enfrente a muito grave situação económica e financeira em que o país se encontra.

A França e nós

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