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A criação de um instrumento financeiro, como qualquer instrumento de política pública, tem de visar a resolução de um problema ou a concretização de uma visão política.

Notas sobre o fundo soberano

Nesta proposta, o Governo da AD incorporou nas suas políticas o discurso mais repugnante do Chega, de ataque aos mais pobres, excluídos e fragilizados. É insuportável. Em nome da decência é essencial que reformule a sua proposta. Se for este o caminho escolhido, o Partido Socialista certamente não faltará.

Sobre a Prestação Social Única

Todas as revoluções tecnológicas foram criadoras líquidas de emprego. Temos hoje mais pessoas a trabalhar (no mundo e também no nosso país) do que em qualquer outro período da história.

Primeiras notas sobre IA*

Durante demasiadas décadas Portugal reforçou os poderes negativos do Tribunal, ao ponto de lhe permitir a apreciação do mérito das decisões políticas — com prejuízo, e não benefício, para a qualidade da gestão e da despesa públicas. A reforma vai no sentido de corrigir isto.

Tribunal de Contas: uma reforma necessária – II

A questão fundamental é que se o Chega aprovar este pacote laboral enfrentará a mais viva crítica e censura dos mais diversos quadrantes. Mas sobretudo, terá cometido o maior erro político desde a sua fundação.

Legislação laboral: pior é difícil

Exemplar, sobretudo, por mostrar com nitidez a quem responde este Governo: não à moderna economia portuguesa, não às empresas que criam valor e emprego qualificado — mas a um patronato antigo, agarrado a uma agenda revanchista que o país, há muito, deixou para trás.

Uma derrota política exemplar

Portugal viveu demasiados décadas a promover o reforço dos poderes negativos do Tribunal de Contas, permitindo, aliás, o exercício neste Tribunal da apreciação de mérito das decisões políticas.

Sobre a reforma do Tribunal de Contas

Em Donald Trump a “única” constante de racionalidade foi sempre a racionalidade da sua própria sobrevivência e existência política. Esperemos que agora esta nos permita agora um final menos catastrófico do que muitos antecipam.

Ainda sobre o fim da guerra no Irão

A continuação da guerra e a continuada subida dos preços dos combustíveis (e tudo o que se seguiria), é tudo o que Trump não pode ter para discutir as eleições de novembro e a sobrevivência da sua presidência. O contrário equivaleria a um suicídio político.

O fim da guerra no Irão

Estamos perante uma guerra feita ao arrepio do direito internacional, sem um objetivo político definido e, por isso, sem uma estratégia militar e política clara - capaz de enfrentar a enorme complexidade do cenário em causa - e sem capacidade de identificar como e de que forma poderá acabar.

Sobre o futuro da guerra no Irão

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