Do diagnóstico à ação: o eterno desafio da Europa
Mais do que diagnósticos acertados, a Europa precisa de decisões consistentes, com impacto real na capacidade de inovar, competir e investir. Sem esta alteração, o padrão tenderá a repetir-se.
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Há um ano, Bruxelas admitia o que muitos setores estratégicos, como o das comunicações eletrónicas, sentem há demasiado tempo: a Europa tornou-se excessivamente burocrática, com elevada densidade regulatória e, por isso, menos capaz de inovar, investir e competir. Os relatórios de Mario Draghi e Enrico Letta foram fundamentais para este reconhecimento, ao afirmarem que, sem revisão do modelo regulatório, a União Europeia continuará a perder dinamismo, escala e atratividade para o investimento.
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