Cibersegurança: mais agilidade, menos burocracia
O setor das comunicações eletrónicas continuará a ser um parceiro estratégico e investidor na defesa do ciberespaço nacional. Mas, para que esse investimento se traduza em resultados efetivos, o Estado deve garantir que o enquadramento legal promove a eficiência.
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A cibersegurança tornou-se uma prioridade inquestionável para as organizações. É neste contexto que a Diretiva NIS2, assume uma importância central ao estabelecer regras comuns de prevenção, deteção e resposta a incidentes em toda a União Europeia, não só alargando o conjunto de entidades e setores abrangidos, como introduzindo obrigações mais exigentes em matéria de governação, gestão de risco e proteção de redes e sistemas de informação.
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