Guerra híbrida. Que papel para Portugal?
Portugal pode continuar a navegar num mundo tecnológico sem fronteiras, mas só o fará com segurança se garantir que a inteligência que orienta essa navegação é, verdadeiramente, sua. A escolha é urgente. E adiar já não é uma opção.
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Portugal, tal como o resto da Europa, encontra-se hoje numa encruzilhada crítica: a fronteira entre segurança, autonomia e tecnologia tornou-se tão ténue que já não é possível separar o futuro do país, do controlo que exerce, ou perde, sobre os seus dados e algoritmos. Num mundo onde drones perturbam o funcionamento de aeroportos, ciberataques paralisam serviços essenciais e campanhas de desinformação moldam a opinião pública em tempo real, a dependência tecnológica deixou de ser uma questão técnica e passou a ser uma questão de soberania nacional. Esta nova realidade, descrita como uma verdadeira “guerra híbrida”, já foi reconhecida ao mais alto nível europeu.
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