O risco cibernético é agora inseparável do risco do negócio
A capacidade de antecipar, suportar, recuperar e se adaptar a incidentes de cibersegurança está a tornar-se o critério diferenciador entre organizações que são capazes de liderar o mercado daquelas que ficarão para trás.
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A cimeira de Davos tornou evidente que em 2026 a cibersegurança é uma prioridade estratégica, económica e social, mas revelou igualmente 3 grandes riscos: a inteligência artificial, que simultaneamente está a permitir o reforço das defesas de cibersegurança e a habilitar ataques mais sofisticados e em maior escala. A fragmentação geopolítica, capaz de redefinir as ameaças cibernéticas, confiança, regulamentação e dependências tecnológicas. E a crescente iniquidade de cibersegurança, com “gaps” significativos em capacidades, recursos e resiliência em todos os setores.
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