Como deve a Europa responder a um choque energético?
A resposta dos governos europeus ao choque energético iraniano tem sido inadequada. Longe de subsidiarem o consumo de energia, seja através da redução dos impostos sobre os combustíveis seja por dotações orçamentais diretas, deviam estar a impulsionar um sistema que desencoraje as emissões, incentive a adoção de energias renováveis e gere receitas públicas.
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Desde que Israel e os Estados Unidos iniciaram a guerra contra o Irão, em fevereiro, os preços globais da energia dispararam, com o crude a atingir quase 115 dólares por barril no início deste mês. Embora este choque tenha atingido os países de baixo rendimento com mais força, também exerce uma pressão significativa sobre a Europa, que possui rendimentos elevados. Mas também representa uma oportunidade para a Europa revitalizar a sua transição verde — e os governos europeus não estão a conseguir tirar partido dela.
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