Como evoluirá este choque energético?
Como grande compradora de petróleo do Golfo, a China tem todos os motivos para tentar pôr fim ao conflito e pode exercer influência através de muitos canais, incluindo o BRICS+.
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Depois do início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, tenho refletido sobre a minha carreira na área financeira, à procura de pistas sobre como poderá a situação evoluir. A minha própria experiência é relevante, já que concluí o doutoramento logo após a segunda das crises petrolíferas da década de 1970 (1979–1982) e o meu foco principal era a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), os seus enormes excedentes e a questão de como poderia o cartel reinvesti-los. (Também dividia o escritório com um académico iraniano que tinha fugido recentemente do seu país, na sequência da Revolução Islâmica.)
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