E depois da greve?
Terminada esta paralisação, voltamos à prática da procrastinação, atividade na qual somos coletivamente excelentes.
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Os impactos da greve geral de 3 de junho convocada pela CGTP estão longe de ser consensuais, o que, aliás, não constitui novidade. Os sindicatos reclamaram um estrondoso êxito, o Governo esvazia o balão, considerando que a “esmagadora maioria” dos portugueses foram trabalhar. Estamos no domínio das narrativas e não há como sair delas. Aliás, neste campo, é sintomático que a maior adesão à greve se tenha verificado no setor público, onde a reforma do código laboral que está na origem da paralisação não se aplica.
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