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Distinguir e incentivar ideias para um futuro limpo

Este esforço coletivo para garantir a neutralidade carbónica até 2050 depende cada vez mais da aposta e do investimento em projetos de sustentabilidade, afirma António Martins da Costa.

António Martins da Costa, administrador executivo da EDP, afirma que a EDP é um agente ativo e comprometido com a descarbonização. Pedro Catarino
Negócios 12 de Outubro de 2020 às 15:30
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Mais do que uma simples emergência ou meta global, a descarbonização é hoje uma revolução que envolve e impacta todos os setores de atividade, que mobiliza países, empresas, comunidades, cidadãos. Este esforço coletivo para garantir a neutralidade carbónica até 2050, tal como definido na estratégia nacional e em linha com os parceiros europeus, depende cada vez mais da aposta e do investimento em projetos de sustentabilidade.

A EDP há muito que se comprometeu com esta revolução, antecipando os passos que lhe permitem hoje liderar o processo de transição energética - e mantém essa ambição. Tendo entre os seus objetivos, nos próximos dez anos, atingir 90% da produção com origem em energias limpas e reduzir as emissões específicas de CO2 em 90% (face aos valores de 2005), a empresa continua a investir fortemente num futuro cada vez mais sustentável. Basta ver que, até 2022, 75% do investimento será dirigido ao crescimento das energias renováveis e os restantes 25% serão concentrados em redes e solução para os clientes, uma área onde a descarbonização do consumo é um dos caminhos que também está a seguir.

A antecipação do fecho das centrais a carvão na Península Ibérica, incluindo a de Sines, entre 2021 e 2023, é mais uma decisão que reforça este nosso compromisso, bem como as parcerias em projetos de desenvolvimento de novas tecnologias, como é o caso da energia a partir do hidrogénio verde.

Compromisso e colaboração

O atual contexto de pandemia exige agora, mais do que nunca, urgência, compromisso e colaboração. Sinal disso mesmo é a recente Aliança Europeia para a Recuperação Verde - que a EDP foi a única empresa portuguesa a subscrever - e que será decisiva para acelerar a transição para um futuro mais sustentável. Ao fazê-lo, a empresa reforçou o seu compromisso público de liderar a transição energética, tornando-se neutra em carbono antes de 2050 e ajudando os seus clientes a tornarem-se menos dependentes de CO2, mais eficientes e resilientes. E está determinada em apoiar o apelo aos dirigentes europeus para que definam metas ambientais mais ambiciosas, como reduzir, pelo menos, em 55% as emissões de CO2.

Neste contexto, não podíamos deixar de apoiar e de participar na iniciativa dos prémios ‘Negócios Sustentabilidade 20|30’, nos quais a ‘descarbonização’ é uma das categorias. Primeiro, por serem uma forma de reconhecer e distinguir os projetos que melhor potenciam a redução das emissões de gases com efeito de estufa e a luta contra as alterações climáticas. Depois, porque são também um meio de sensibilizar, incentivar e abrir caminho à inovação e a novas ideias e estratégias a favor de um futuro descarbonizado e sustentável - projetos que se espera serem também promotores de uma nova economia, capaz de gerar crescimento e emprego verde e qualificado. Estas são ambições com que a EDP, enquanto agente ativo e comprometido com a descarbonização, está totalmente alinhada e pronta para encorajar.


Quem pode concorrer
Serão aceites nesta categoria, iniciativas, serviços ou produtos que criem um impacto positivo a nível da redução das emissões de gases com efeito de estufa e promoção da luta contra as alterações climáticas. Serão valorizadas candidaturas que integrem soluções tecnológicas inovadoras e que promovam a alteração dos comportamentos da sociedade civil, a industrialização inclusiva e sustentável, a melhoria da gestão das infraestruturas existentes, com vista a torná-las mais sustentáveis.


Júri
Presidente do júri António Martins da Costa, Membro do Conselho de Administração Executivo, EDP
Francisco Ferreira, Presidente, Associação Zero
Joana Portugal Pereira, Autora do Sexto Relatório de Avaliação (AR6) do IPCC, Investigadora convidada do Imperial College London (CEP/ICL), Professora em Planeamento Energético (COPPE/UFRJ)
Júlia Seixas, Professora e Presidente do DCEA, FCT UNL
Luís Urmal Carrasqueira, Managing Director, SAP Portugal
Pedro Martins Barata, Partner, Get2C e Coordenador da equipa que elaborou o Roteiro para a Neutralidade
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