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Alex Atala: “Não deixa de ser um pouquinho ‘punk rock’ apresentar uma formiga num prato”

Sempre testou os limites e o jogo nunca foi seguro. O chef brasileiro nunca perdeu a capacidade de ser disruptivo. Cedo recebeu as duas estrelas Michelin, que mantém no seu restaurante D.O.M. em São Paulo. Foi protagonista de uma série da Netflix, esteve pela Europa e correu o mundo. A Amazónia é uma das ligações estreitas que lhe suavizam a alma
Augusto Freitas de Sousa e Vítor Mota - Fotografia 05 de Agosto de 2022 às 11:00

O chef brasileiro nunca perdeu a capacidade de ser disruptivo. Sempre testou os limites e o jogo nunca foi seguro. Sabia que a gastronomia brasileira era "um sonho viável" e cedo recebeu as duas estrelas Michelin, que mantém no seu restaurante D.O.M. em São Paulo. A Amazónia é uma das ligações estreitas que lhe suavizam a alma. Criou o Instituto Atá para valorizar os produtos, mas sobretudo as pessoas "que estão lá dentro". Alex não sabe, mas as palavras saem-lhe com notas musicais mais tranquilas do que os acordes de "punk rock".

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