Weekend Gary Hill: "Não vejo a arte como algo hermeticamente selado"
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Gary Hill: "Não vejo a arte como algo hermeticamente selado"

Tornou-se um dos grandes nomes da arte contemporânea americana mas mantém qualquer coisa da rebeldia do princípio, um entusiasmo como se ainda fosse simplesmente um miúdo a brincar num estúdio com novas máquinas sofisticadas. Até dia 17 de Setembro ainda se pode ver a instalação que fez para a Sala das Caldeiras da Central Tejo, no MAAT.
Gary Hill: "Não vejo a arte como algo hermeticamente selado"
Miguel Baltazar
Susana Moreira Marques Miguel Baltazar - Fotografia 07 de setembro de 2018 às 14:00

Não gosta da palavra pioneiro nem do termo videoarte, mas é quase impossível apresentar Gary Hill sem dizer que é um pioneiro da videoarte. Começou a trabalhar com vídeo nos anos 1970, quando as )

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