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João Joanaz de Melo: A política energética em Portugal tem sido feita para beneficiar as grandes empresas

A COP27 termina esta sexta-feira, no Egito, sem grandes resultados. Mas isso não é desculpa para baixarmos os braços no combate às alterações climáticas, afirma João Joanaz de Melo, professor de Engenharia do Ambiente da Universidade Nova de Lisboa e dirigente do GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente. Defende uma reforma fiscal ambiental que abranja famílias e empresas. Se já estivesse em curso, estaríamos a poupar 20% a 30% da energia que consumimos, garante.
Filipa Lino e Alexandre Azevedo - Fotografia 18 de Novembro de 2022 às 11:00

A COP27 termina esta sexta-feira, no Egito, sem grandes resultados. Nada que tenha surpreendido João Joanaz de Melo, professor de Engenharia do Ambiente da Universidade Nova de Lisboa e dirigente do GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente. O espírito de cooperação deteriorou-se com a guerra na Ucrânia. Mas o não sucesso da Conferência do Clima das Nações Unidas não é desculpa para baixar os braços no combate às alterações climáticas. Defende uma reforma fiscal ambiental que abranja famílias e empresas. Se já estivesse em curso, "poderíamos estar a poupar 20% a 30% da energia que consumimos", garante. A aposta no sistema de transportes públicos também deve ser uma prioridade.


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