O homem das quatro nacionalidades que quer a TAP
Nasceu na Bolívia. Tem ainda as nacionalidades brasileira, colombiana e polaca, esta última por via do pai. Quando três jornalistas portugueses lhe perguntaram em que áreas podia fazer negócios com Américo Amorim e Tomáz Mettello, respondeu de forma surpreendente e presumivelmente irónica: "na área sexual".
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Três jornalistas portugueses cobrem o evento e não querem perder a oportunidade de entrevistar Efromovich, à altura apenas putativo candidato à compra da TAP. Faz-se a abordagem e o empresário das quatro nacionalidades - boliviana, brasileira, colombiana e polaca - dispõe-se a falar. Com os gravadores ligados, os jornalistas perguntam-lhe sobre o interesse na privatização da TAP e Germán Efromovich responde com evasivas: "Não conheço a noiva. No dia em que me a mostrarem logo vejo". E mais adiante: "são vocês [a comunicação social] e o Governo que estão esquentando a história da TAP".