Weekend Relógios: Coração verdadeiro

Relógios: Coração verdadeiro

O Rado True Open Heart é um reflexo da lógica de elegância e despojamento que é muito típica da marca suíça desde a sua criação há mais de 100 anos.
Relógios: Coração  verdadeiro
Fernando Sobral 15 de setembro de 2018 às 12:00
Os relógios também são momentos de emoção, reflexos do coração. A elegância e o despojamento deste Rado True Open Heart Automatic reflecte esse sentimento. Esta novidade simboliza o espírito da marca, com um movimento automático, caixa de construção monobloco em cerâmica de alta tecnologia e uma bracelete numa gama de cores chamativas. Algo que simboliza a colecção True. Reinventada, redesenhada e relançada em 2015, esta colecção é uma das mais populares da Rado. Este novo True Open Heart Automatic pega nos elementos chave da Rado - cerâmica de alta tecnologia e vidro de safira leves e resistentes a riscos - e utiliza-os para dar mais força aos elementos essenciais do movimento interior.

Com formas geométricas recortadas no mostrador a enquadrar a engrenagem, a espiral e as peças que sustentam o movimento, é fácil perceber a técnica que move este relógio. Surge com 80 horas de reserva de marcha. Criado em plasma com um tratamento pioneiro, em preto brilhante e polido, o True Open Heart Automatic traz o conforto da cerâmica de alta tecnologia pela qual a Rado é conhecida.

A True entrou na oferta de colecções da Rado em 2007 e tornou-se rapidamente uma das gamas de relógios mais populares da marca. Com os seus elementos de cerâmica de alta tecnologia e o tradicional vidro de safira, é resistente aos riscos e confortável no pulso. Em 2016, o primeiro True Rado Open Heart da nova colecção conquistou o Red Dot Design Award. A Rado, recorde-se, é uma marca suíça criada em 1917 e que tem sede em Lengnau. Hoje faz parte do grupo Swatch. Este novo Rado surge com um movimento ETA C07.631, automático, 25 diamantes, 3 ponteiros, até 80 horas de reserva de marcha e a sua caixa em cerâmica de alta tecnologia preta, polida, construção monobloco, verso da caixa em titânio revestido com PVP preto polido, com vidro de safira, coroa de cerâmica de alta tecnologia preta, polida, vidro de safira curvado e é resistente à água até 5 bar (50m). A largura deste novo modelo é de 40 mm e o comprimento de 47.3 mm.


Viagem à China

Para comemorar o bicentenário da chegada de Edouard Bovet à China, a marca decidiu desenvolver uma peça dedicada ao mundo das viagens. É isso mesmo que representa este Edouard Bovet Tourbillon, com uma zona temporal e com mapas hemisféricos da Terra. Esta peça de arte tem uma reserva de marcha de 10 dias. O calibre manufacturado foi colocado numa conhecida caixa Amadéo. O sistema Amadéo transforma a peça num relógio de pulso reversível, num relógio de mesa ou mesmo num relógio de pulso. Para dar mais realce a este bicentenário, Pascal Raffy e os artesãos da marca desenvolveram esta peça em que se celebra essa aventura fascinante. Depois de ter trocado a sua terra natal de Fleurier por Londres (no início do século XIX um centro fundamental da indústria relojoeira), Edouard, apenas com 21 anos, deixa a capital britânica em busca do mercado chinês. O destino é Cantão, onde descobre o potencial comercial da relojoaria. Busca as expectativas da clientela chinesa, conforme ficou patente nas cartas que enviou para os seus artesãos, para refinarem as colecções enviadas. A marca Bovet passou a ser central nestes negócios. Edouard regressou a Fleurier em 1830 e instalou-se numa casa chamada "palácio chinês". Em 1840, devido aos lucros colossais do mercado chinês, decidiram aumentar o capital social da empresa para um milhão de francos suíços, um valor assinalável na época. Sendo um republicano e, depois de ter feito parte da insurreição de 1831, teve de fugir para Besançon, onde viveu exilado durante 17 anos. Só voltaria a Fleurier em 1848, um ano antes da sua morte. 





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