Ao minutoAtualizado há 27 min08h53

Reparação da A1 em Coimbra vai demorar "semanas". Governo pede novo adiamento de debate

Acompanhe os desenvolvimentos desta quinta-feira relativamente aos estragos e condicionamentos provocados pelo mau tempo em diferentes regiões do país.
Imagem aérea do viaduto da A1 e da dique da ponte dos Casais
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há 27 min.08h53

Governo pede novo adiamento do debate quinzenal

Previsto para quarta-feira e entretanto adiado para sexta-feira, devido à necessidade de acompanhar a situação no rio Mondego e a resiliência dos diques, o Governo vai pedir um novo adiamento do debate quinzenal. Os contactos já estarão a ser feitos com os partidos com representação na Assembleia da República.

A informação foi primeiro avançada pela Sic Notícias.

há 49 min.08h30

Circulação suspensa na Linha do Leste devido a queda de barreira

A circulação ferroviária na Linha do Leste, que faz a ligação entre o Entroncamento e a fronteira de Badajoz, em Espanha, estava às 08:00 horas suspensa devido à queda de uma barreira, informou esta quinta-feira a CP - Comboios de Portugal.

Em comunicado, a CP - Comboios de Portugal indica que devido ao mau tempo continua suspensa a Linha da Beira Baixa, realizando-se apenas os comboios regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.

A transportadora adianta igualmente que na Linha do Norte não se prevê realizar qualquer comboio de longo curso, fazendo-se apenas os serviços regionais entre Entroncamento e Soure, Coimbra-Aveiro-Porto e entre Tomar e Lisboa.

07h24

Comboio descarrilou na Linha do Leste em Abrantes sem causar feridos

Uma automotora descarrilou na quarta-feira à noite na Linha do Leste, na zona da Bemposta, no concelho de Abrantes, num incidente que não causou feridos, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

O incidente ocorreu pelas 21:00 horas de quarta-feira e levou ao corte da circulação na Linha do Leste, que faz ligação entre Abrantes, distrito de Santarém, e a fronteira com Espanha (Badajoz).

Telmo Ferreira, oficial de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), adiantou à Lusa que o incidente ocorreu na zona da Bemposta, Abrantes, depois do comboio ter embatido contra detritos e uma árvore que deslizaram para a linha.

O comboio transportava passageiros, mas o incidente não provocou ferido, acrescentou Telmo Ferreira.

Devido ao incidente, para o local foram destacados elementos da Infraestruturas de Portugal (IP) para recolocar a composição na linha, reparar danos e proceder à limpeza da via.

07h22

Brisa sugere alternativas à interrupção da A1 através da A8/A17/A25 ou IC2

A Brisa sugeriu esta quinta-feira aos automobilistas a utilização de alternativas à interrupção da autoestrada no sentido Norte-Sul junto ao nó de Coimbra Sul, ao quilómetro 191, através do corredor A8/A17/A25 ou o IC2.

Num comunicado enviado às redações, a concessionária admitiu que, "não sendo possível, neste momento, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação", está empenhada em "minimizar transtornos" e que "poderão ser usadas como vias alternativas o corredor A8/A17/A25 ou o IC2".

A BCR - Brisa Concessão Rodoviária confirmou o abatimento de parte do pavimento da plataforma da A1, no sentido Norte-Sul, na sequência da rutura de um dique do Rio Mondego, e explicou que o abatimento ocorreu "cerca de três horas após o corte total da A1, feito de forma preventiva, no sublanço de Coimbra Norte e Coimbra Sul - entre os KM 198 e KM 189 - e não representou, em nenhum momento, qualquer risco para utilizadores e trabalhadores".

A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explica ainda a concessionária.

A Brisa fez saber que está a monitorizar o desenvolvimento da situação desde o dia 2, "com vistorias permanentes, e tem no terreno, neste momento, mais de 30 operacionais", estando a trabalhar em coordenação com as várias instituições no âmbito da proteção civil e autoridades nacionais e locais.

A A1 foi preventivamente encerrada pouco depois das 18:00 horas de quarta-feira em Portugal continental, nos dois sentidos, no sublanço entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, na sequência da rutura do dique que canaliza o Rio Mondego.

07h20

Ministro diz que irá demorar "semanas" reparação de troço da AI em Coimbra

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu esta quinta-feira que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.

Durante uma visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".

A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.

"Temos hoje 15 camiões com enrocamento para reforçar a quebra que surgiu. Amanhã de manhã, mais camiões vêm reforçar com enrocamento", disse Pinto Luz, citado pela emissora RTP Notícias.

O recurso a enrocamento, blocos de rocha compactados, "é a única coisa que nós podemos fazer enquanto as águas não descerem", admitiu o ministro.

Pinto Luz disse também que a fissura, no sentido norte-sul, "pode alastrar" para o outro sentido.

O dirigente acrescentou que, "enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo".

"Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviços dos portugueses", disse Pinto Luz.

07h13

A5 reabriu mas com condicionamentos no sentido Lisboa-Cascais

O trânsito na A5 reabriu às 06:27 horas em duas das quatro vias no sentido Lisboa-Cascais, ao quilómetro um, na subida para o Monsanto, depois de ter estado interrompido devido a um deslizamento de terras, segundo a GNR.

O trânsito na Autoestrada 5 (A5) esteve cortado no sentido Lisboa - Cascais, do viaduto de Duarte Pacheco até à Cruz das Oliveiras (quilómetro 1) depois de um deslizamento de terras devido ao mau tempo ter obstruído duas faixas de rodagem cerca das 19:20 horas de quarta-feira.

Fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) adiantou à Lusa que foram reabertas duas das quatro vias da A5 no sentido Lisboa-Cascais depois de terem sido terminados trabalhos de limpeza.

"Durante a noite foram removidos detritos devido à derrocada de quarta-feira. No local estão [06:30) elementos da Brisa, a concessionária da autoestrada, a avaliar a situação. Não há ainda uma previsão para a normalização uma vez que vai ter de ser feita e estabilização do talude", indicou.

De acordo com a GNR, às 06:30 o "trânsito estava a fluir".

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