Tempestades aceleram fundo de catástrofes parado há um ano nas Finanças
"Draft" da ASF, pedido pelo Executivo de António Costa, nunca obteve resposta de Miranda Sarmento que, agora, está “totalmente alinhado” com Gabriel Bernardino para lançar um fundo para catástrofes ainda este ano. Regulador está a reformular o modelo para que o fundo seja uma realidade.
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A cada abalo sentido no país, a necessidade de se avançar com a criação de um fundo sísmico foi ganhando intensidade. O trabalho demorou, mas foi feito. No final de 2024, Margarida Corrêa de Aguiar entregou um "draft" ao Ministério das Finanças, mas nunca obteve resposta. Mudou o Governo, mudou a liderança da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e aumentou a urgência de fazer nascer um fundo que, agora, perante as tempestades que têm assolado o território nacional, procura urgentemente responder também a catástrofes naturais.
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