Progressão na carreira mais lenta e dependente dos chefes
Progressões nas carreiras mais lentas, dependentes da avaliação, das opções de gestão dos dirigentes e das disponibilidades orçamentais. Esta deverá ser uma das principais consequências para os funcionários públicos da reforma que o Governo pretende introduzir nos sistemas de carreiras e de avaliação.
Os diplomas serão hoje apresentados formalmente aos sindicatos pelo secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, e estarão em discussão até 11 de Junho.
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Com as medidas - que ainda estão sujeitas a alteração - a maioria dos funcionários públicos terá de se contentar com as actualizações salariais decretadas anualmente pelo Governo, ficando as progressões na carreira reservadas para aqueles que tenham uma avaliação "excelente" dois anos seguidos ou "relevante" por três anos consecutivos.
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