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Domingo de Páscoa com mais 159 casos e 6 óbitos. R(t) agrava-se para 1

O índice de transmissibilidade R(T) em Portugal continental agravou-se para 1, ficando em linha com o limite definido pelo governo para definir avanços e recuos na evolução do desconfinamento. O número diário de casos é o mais reduzido desde 24 de agosto e os internamentos subiram pelo segundo dia.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 05 de Abril de 2021 às 14:05
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No Domingo de Páscoa foram registados em Portugal mais 159 casos de pessoas infetadas pela covid-19, o valor mais baixo desde 24 de agosto, segundo os dados revelados esta segunda-feira, 5 de abril, pela Direção Geral de Saúde (DGS). 

No que respeita aos óbitos relacionados com o vírus, foram registadas mais 6 vítimas mortais, o que compara com as 4 da véspera.

O número diário de casos é o mais reduzido desde 24 de agosto, sendo que a descida acentuada face aos últimos dias estará relacionada com o facto de ser fim de semana da Páscoa, o que condiciona o número de testes e o reporte dos mesmos. Ontem o número de contágios já foi o mais reduzido desde 25 de agosto.

Os números de hoje traduzem uma descida de 48,5% face aos 309 casos registados no domingo passado. O número de casos acumulados desde o início da pandemia subiu para 823.494 e o de óbitos para 16.685.

Portugal iniciou esta segunda-feira, 5 de abril, a segunda fase do desconfinamento, com o regresso às aulas presenciais dos alunos do 2.º e 3.º ciclo e a abertura das esplanadas dos restaurantes, entre outras medidas.

Para efeitos da matriz definida pelo Governo para acompanhar o processo de desconfinamento, a incidência baixou, sendo agora de 62,8 casos por 100 mil habitantes em 14 dias (60,9 casos considerando apenas Portugal Continental) enquanto o R(t) subiu de 0,97 para 0,98 (subindo de 0,97 para 1,00 no Continente). Este índice de transmissibilidade refere-se a quarta-feira, 31 de março.

Portugal continua com folga confortável no "quadrado verde" no que diz respeito à incidência, embora o índice que mede a transmissibilidade já esteja no limite. Para sair do verde é necessário que a incidência supere os 120 casos ou que o R(t) supere 1. A DGS só atualiza os dados do R(t) três vezes por semana: segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira (neste dia com mais detalhe ao nível regional).



Com os números conhecidos esta segunda-feira, a média diária de novos casos dos últimos sete dias desceu para 396, ficando abaixo de 400 pela primeira vez desde 8 de setembro.

O relatório da DGS mostra 321 pacientes dados como recuperados, elevando o total de recuperações para 780.643. 

Assim, os casos ativos, que são calculados subtraindo ao total de casos confirmados os doentes recuperados e os óbitos, baixaram em 168, para 25.966.


Internados sobem sobem pelo 2.º dia e doentes graves em mínimos desde outubro

No diz respeito aos números nos hospitais, estão agora internados mais 19 pacientes em Portugal, que colocam o total em 536, um aumento que é natural ao fim de semana devido ao menor número de altas que são dadas pelos médicos.

No que respeita aos casos mais graves, de doentes internados em unidades de cuidados intensivos, a descida de 5 doentes coloca o total de pacientes internados em UCI em 112, um mínimo desde 7 de outubro.

 

LVT com menos casos desde agosto

Dos novos casos identificados no país, 65 foram registados em Lisboa e Vale do Tejo (LVT), o que representa 41% do total nacional e um mínimo desde agosto  

Dos restantes novos casos, 44 ocorreram no Norte, 32 no Algarve, 5 Centro, 2 no Alentejo, 9 na Madeira e 2 nos Açores.

Quanto aos óbitos, foram registados dois em LVT, dois no Centro e outros dois no Norte.

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