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Infeções por covid-19 a nível global estão no nível mais baixo desde outubro

Na semana terminada a 14 de fevereiro foram registados 2,7 milhões de novos casos de covid-19 em todo o mundo, o que representa o nível mais baixo desde outubro.

REUTERS/Rahel Patrasso
Negócios com Bloomberg 18 de Fevereiro de 2021 às 10:05
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Quase um ano depois da Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado a pandemia da covid-19, há sinais encorajadores com o ritmo das novas infeções a cair de forma acentuada.

 

Na semana terminada a 14 de fevereiro foram registados 2,7 milhões de novos casos de covid-19 em todo o mundo, o que representa o nível mais baixo desde outubro.

 

O aumento face à semana anterior foi de 2,5%, o que de acordo com a Bloomberg (que cita dados da Universidade Johns Hopkins) representa o crescimento semanal mais reduzido desde o início da pandemia e cerca de metade da taxa que se verificou no mês passado.

 

O nível de mortalidade está também a abrandar, embora apresente ainda a um ritmo dramático. Nos últimos cinco dias o número de óbitos diários atingiu uma média de 10 mil, abaixo do pico de 18 mil em meados de janeiro.

 

Ainda é cedo para atribuir este abrandamento na pandemia às vacinas e a queda poderá estar relacionada com a descida da testagem e temporais em várias regiões, como destaque para os Estados Unidos.

 

Contudo parece evidente que o distanciamento social e os confinamentos em várias regiões estão a surtir efeito, ajudando a baixar os números das infeções.

 

É também muito cedo para declarar vitória sobre a pandemia. As variantes – as que foram já identificadas e as que ainda vão surgir – representam uma ameaça real à recuperação e podem levar a uma nova escalada nas infeções.

 

A imunidade de grupo global está ainda a vários anos de distância, pelo que os responsáveis das organizações de saúde estão a alertar contra a complacência.

 

São dois os fatores que podem ajudar a baixar ainda mais os casos e óbitos por covid-19. O primeiro diz respeito à proximidade da primavera no hemisfério norte, dado que o vírus parece ser menos ativo com temperaturas mais elevadas. O segundo tem a ver com o maior plano de vacinação da história, que só agora começou. Já foram administradas 186 milhões de doses em 82 países e mais regiões estão prestes a começar as inoculações.

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