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Revista de imprensa internacional

Notícias da imprensa económica internacional

28 de Julho de 2005 às 09:04

Banco Central da China empresta 10 mil milhões de yuan para compra de acções (Beijing News) O Banco Central da China emprestou 10 mil milhões de yuan (aproximadamente mil milhões de euros) a três empresas para estas investirem em acções, revela o «Beijing News».

Os detalhes da operação não são conhecidos mas já foi revelado que o dinheiro só poderá ser utilizado para adquirir títulos das empresas colocadas no Top50 do índice de Xangai. As empresas envolvidas foram a GF Securities, que recebeu dois mil milhões de yuan, a Orient Securities, com um empréstimo de três mil milhões de yuan, e a Huatai Securities, que recebeu os restantes cinco mil milhões.

Grécia planeia venda de participação no Agricultural Bank (Naftemporiki) A Grécia poderá vender uma participação de 10% do capital do Agricultural Bank of Greece em Fevereiro de 2006, segundo adianta o jornal «Naftemporiki». O estado grego controla 85,4% do banco, o quinto maior do país, e já em Maio tinha sido adiantada a hipótese de uma venda de uma participação na instituição bancária.

Alemães deveriam trabalhar mais para ajudar segurança social (Berliner Zeitung) Os trabalhadores alemães deveriam prolongar a actividade para além dos 65 anos de forma a ajudar ao financiamento do sistema de segurança social, defendeu Dieter Hundt, presidente da associação de empregadores, em declarações ao jornal «Berliner Zeitung». «Elevar a idade de reforma progressivamente, reduzir o nível actual de pensões e remodelar o sistema de apoio ao agregado familiar» foram os conceitos defendidos pelo responsável para evitar o colapso da segurança social alemã. Dieter Hundt discorda da teoria defendida pelo conselheiro económico alemão Bert Ruerup, que aposta numa subida dos salários para contrabalançar a redução nos valores das pensões. Hundt afirma que uma política salarial que não seja moderada «seria um veneno para o mercado de trabalho, eliminando empregos e aumentando os problemas no sistema de segurança social».

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