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Estado poupa 25 milhões com Fatura Eletrónica

Compras da Administração Pública através desta ferramenta, que começou a funcionar em 2020, já permitiram ao Estado poupar em 25 milhões de euros até ao final do primeiro semestre deste ano.

Contas públicas do primeiro semestre deram um excedente a Fernando Medina. Subida expressiva da receita com impostos foi fundamental.
Stephanie Lecocq/Reuters
Negócios jng@negocios.pt 30 de Agosto de 2022 às 09:38
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A Administração Pública já poupou 25 milhões de euros ao Estado através das compras realizadas através da Fatura Eletrónica. O Ministério das Finanças adiantou ao Dinheiro Vivo/DN que esta poupança foi conseguida até junho deste ano.   


Há neste momento mais de duas mil entidades públicas e mais de quatro mil fornecedores a funcionar com a Fatura Eletrónica que começou a ser utilizada em 2020, durante o primeiro ano de pandemia.


E de futuro a poupança para o Estado deverá continuar a aumentar. A Entidade dos Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap), que gere e implementa a Fatura Eletrónica (FE-AP), prevê que, até ao final de 2023, a poupança suba de 25 milhões para mais de 30 milhões de euros.


Isto porque, há despesas que as entidades públicas vão deixar de realizar sendo o caso do "licenciamento de software e serviços associados à gestão de faturas eletrónicas", esclarece ao Dinheiro Vivo/DN o ministério tutelado por Fernando Medina. Além disso, o Estado estima economizar "três milhões de euros em horas de trabalho até 2022, que subirão para cerca de seis milhões de euros até 2023".


A Fatura Eletrónica faz parte do programa Simplex e é uma plataforma criada e gerida pela eSPap que "permite a utilização de faturas eletrónicas nos contratos públicos, por parte das entidades públicas e privadas, na emissão, envio, receção e tratamento administrativo e contabilístico", explica a tutela.


Esta ferramenta foi aprovada em Conselho de Ministros no final de dezembro de 2018, durante o primeiro governo de António Costa. Estava previsto entrar em vigor a 1 de janeiro de 2019, mas atrasou e só entrou em funcionamento em 2020.

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