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Portugal ainda longe da OCDE no apoio directo à natalidade

O Estado português vais gastar mais cerca de 0,06% do PIB com as duas medidas de apoio à natalidade apresentadas por José Sócrates, sexta-feira no Parlamento. Mesmo desembolsando mais 100 milhões de euros, ano, para suportar estas novidades, Portugal vai

23 de Julho de 2007 às 07:00

O Estado português vais gastar mais cerca de 0,06% do PIB com as duas medidas de apoio à natalidade apresentadas por José Sócrates, sexta-feira no Parlamento. Mesmo desembolsando mais 100 milhões de euros, ano, para suportar estas novidades, Portugal vai continuar a ser um dos países da OCDE que menos percentagem do PIB destina para estimular, através de transferências monetárias, a taxa de natalidade.

A lógica foi a mesma de um qualquer debate mensal. Sócrates utilizou a discussão o estado da Nação para tirar mais "um coelho da cartola". Desta feita a "reforma do abono de família" que servirá de "pilar à nova geração de políticas sociais", segundo o próprio primeiro-ministro.

Uma semana depois da entrada em vigor da nova Lei que permite a interrupção voluntária da gravidez, e na sequência do aviso do Presidente da República sobre os riscos da baixa taxa de natalidade, Sócrates despediu-se dos deputados, para férias, anunciando duas novidades.

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