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PS dá luz verde a lay-off a 100% proposto por Livre, PCP e BE. Chega também vota a favor

A apreciação parlamentar, apresentada por Livre, PCP e BE, do decreto do Governo que cria o regime de 'lay-off' simplificado após o temporal que assolou o país, propõe que o salário dos trabalhadores abrangidos por este instrumento seja pago a 100% e não a dois terços, como está definido. Chega também anunciou voto favorável.

José Luís Carneiro. secretário-geral do PS
José Luís Carneiro. secretário-geral do PS José Coelho / Lusa
19 de Fevereiro de 2026 às 23:56

O líder socialista anunciou esta quinta-feira concordância com a apreciação parlamentar de Livre, PCP e BE para que o 'lay-off' na resposta ao mau tempo seja pago a 100%, medida que será aprovada porque o Chega também votará a favor.

"A proposta que trazem os partidos à nossa esquerda [Livre, PCP e BE] naturalmente só pode ter a concordância do PS na medida em que o PS foi o primeiro partido, nas propostas que enviou ao primeiro-ministro e que apresentou também esta semana, a defender que o 'lay-off' deveria ser assumido na sua integralidade por parte do Estado", respondeu aos jornalistas José Luís Carneiro à entrada para uma sessão com militantes, em Lisboa, no âmbito da sua recandidatura a líder do PS.

O secretário-geral do PS foi questionado sobre a apreciação parlamentar, apresentada por Livre, PCP e BE, do decreto do Governo que cria o regime de 'lay-off' simplificado após o temporal que assolou o país, propondo que o salário dos trabalhadores abrangidos por este instrumento seja pago a 100% e não a dois terços, como está definido.

"Nós fomos mesmo o primeiro partido que veio defender o 'lay-off' a 100%, como aliás tinha acontecido durante a pandemia. Voltamos a reiterar nas propostas que apresentei que o 'lay-off' deveria ser assegurado pelo Estado, nomeadamente a percentagem de 33% que não está assegurado naquilo que é a aplicação regular da lei", enfatizou.

A proposta de Livre, PCP e BE deverá ser assim viabilizada já que, na quarta-feira, o presidente do Chega, André Ventura, já tinha anunciado que o seu partido iria aprovar esta apreciação parlamentar.

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