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Seguro pede "coragem política" nas prioridades para não faltar dinheiro à saúde

Para o candidato presidencial, "é inaceitável" que em Portugal, em 2026, "morram pessoas por falta de socorro, que telefonam para as emergências e que as ambulâncias não chegam a tempo e horas".

Seguro critica situação na saúde e espera melhorias no próximo Natal
Seguro critica situação na saúde e espera melhorias no próximo Natal Rui Minderico / Lusa
10 de Janeiro de 2026 às 13:29

O candidato presidencial António José Seguro pede "coragem política" para dar prioridade à saúde, inclusive em detrimento de outras áreas, porque "não pode faltar dinheiro" neste setor, estando "desejoso de ter a primeira reunião com o primeiro-ministro".

"Pode faltar dinheiro para muita coisa no nosso país. Não pode faltar dinheiro para cuidar da saúde dos portugueses. Essa é uma prioridade e a coragem política de que eu falo é dizer se esta é a prioridade, porventura, outras áreas, não são prioridade. O país não pode ter 100 prioridades", defendeu Seguro, em declarações aos jornalistas durante uma visita ao Mercado Municipal de Braga.

Dando como exemplo os relatos que ouviu de problemas no acesso à saúde durante esta ação de campanha, o candidato presidencial apoiado pelo PS defendeu que "neste momento a prioridade é a saúde", escusando-se a esclarecer quais as áreas das quais o Governo poderia abdicar para investir na saúde.

"Estou desejoso de ter a primeira reunião com o primeiro-ministro e depois com cada líder partidário para lhes chamar a atenção da necessidade que cada um tem que dar o seu contributo para melhorarmos o acesso dos portugueses à saúde com cuidados a tempo e horas", disse.

Para Seguro, "é inaceitável" que em Portugal, em 2026, "morram pessoas por falta de socorro, que telefonam para as emergências e que as ambulâncias não chegam a tempo e horas".

"Ou pessoas que ficam horas e horas e horas e horas nas urgências. Ou que ficam nos corredores dos hospitais em macas. Isto é uma coisa que acontece recorrentemente parece que a certa altura é o deixar andar. Ora, isto não pode acontecer", condenou.

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