UGT contraria objetivos do Governo nas horas de trabalho
Seis meses depois da apresentação do anteprojeto, UGT entrega à ministra do Trabalho as contrapropostas para um eventual acordo. Pontos de partida para as negociações estão distantes, no tempo de trabalho ou na ambição de anular mexidas aos despedimentos do programa de ajustamento.
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As contrapropostas apresentadas esta quarta-feira à ministra do Trabalho pela UGT confirmam que as partes arrancam de pontos de partida distantes para as negociações em torno de um eventual acordo em concertação social sobre o Código do Trabalho. Isso fica evidente, por exemplo, nas questões relativas ao tempo de trabalho, com a UGT a reiterar a recusa do banco de horas individual ou a propor o novo limite máximo de 35 horas semanais como período normal de trabalho no setor privado, numa tentativa de reabrir uma discussão adormecida desde os anos 90.
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