Governo volta a alargar contratos a prazo e deixa cair aumento de férias
No novo documento em cima da mesa das negociações com os patrões e a UGT, o Governo volta a alargar a duração dos contratos a prazo para três anos, aceita uma proposta da CIP que os pode generalizar nas calamidades, deixa cair o aumento de férias que tinha proposto antes da greve geral e estabelece que a jornada contínua, que chegou a ser apresentada como um novo direito dos pais, só avança com acordo do empregador.
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Na nova proposta que está em cima da mesa nas negociações sobre lei laboral, o Governo volta a alargar os contratos a prazo para três anos, aceita a proposta da CIP para generalizar estes vínculos temporários em caso de calamidade, deixa cair o aumento de três dias de férias por assiduidade que sugeriu em novembro à UGT e faz depender a jornada contínua, anunciada para permitir aos pais com filhos pequenos sair mais cedo, de negociação coletiva ou acordo do empregador.