Entidades do Estado não identificam riscos de corrupção
Relatório do Tribunal de Contas conclui que metade das entidades do sector público, desde o nível central ao local, admite que não identifica de forma exaustiva os riscos de corrupção.
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O Tribunal de Contas questionou 643 entidades do Estado, que dão trabalho a 400 mil pessoas, sobre diversos aspectos dos respectivos planos de prevenção de riscos de corrupção, um dos instrumentos que se recomenda que as entidades públicas produzam para limitar a existência desta prática criminosa. Depois de analisar as respostas, a entidade presidida por Guilherme d’Oliveira Martins conclui que metade das entidades públicas admite que os planos não identificam os riscos de forma exaustiva.