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Os dois lados da revisão constitucional angolana

A promessa de maior independência do Banco Nacional de Angola é uma medida que certamente será aplaudida pelos meios financeiros e o FMI. Em contrapartida, parece estarem a criar-se condições para que João Lourenço prolongue o mandato.

João Lourenço Angola
João Lourenço Angola Ampe Rogério/Lusa
09 de Março de 2021 às 09:00
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A proposta de revisão da Constituição de Angola anunciada no dia 3 de março por João Lourenço surpreendeu, sobretudo porque em circunstâncias anteriores o chefe de Estado nunca abriu essa possibilidade. Depois há quem veja nesta proposta uma cedência ao Fundo Monetário Internacional (FMI), devido ao facto de transformar o Banco Nacional de Angola numa entidade administrativa independente que deixará de funcionar sob direção do titular do poder executivo, leia-se do Presidente da República, e há quem a veja como uma iniciativa que visa reforçar os poderes do inquilino do Palácio da Cidade Alta.

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