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PS elege secretário-geral em junho e realiza congresso nacional em julho

Este calendário das eleições diretas para o cargo de secretário-geral e do congresso nacional, que se realizará em modelo misto, presencial e por videoconferência, foi apresentado aos jornalistas pelo secretário nacional adjunto do PS Pedro Cegonho.

Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 20 de Março de 2021 às 20:11
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A Comissão Nacional do PS aprovou hoje, por ampla maioria, uma proposta da direção para que a eleição do secretário-geral decorra em 11, 18 e 19 de junho, e o congresso em 10 e 11 de julho.

Este calendário das eleições diretas para o cargo de secretário-geral e do congresso nacional, que se realizará em modelo misto, presencial e por videoconferência, foi apresentado aos jornalistas pelo secretário nacional adjunto do PS Pedro Cegonho (na foto).

De acordo com Pedro Cegonho, na Comissão Nacional do PS, a proposta da direção de regulamento do congresso foi aprovada com 89,03% dos votos. Já a moção de regulamento da eleição do secretário-geral do partido obteve 90,97%.

Pedro Cegonho adiantou que, num processo concertado com as estruturas federativas do PS, o congresso realizar-se-á em 13 pontos distintos do país.

Assim, os cerca de dois mil delegados estimados (entre eleitos e inerentes) para o congresso do PS serão distribuídos por 13 pontos diferentes do país, consoante as federações distritais a que pertencem, e os trabalhos serão seguidos em modelo de videoconferência.

O PS quer que os espaços que serão escolhidos para os delegados em cada um dos 13 pontos do país tenham uma capacidade de lotação superior a 800 pessoas, tendo em vista dar "totais garantias de segurança e de saúde pública", sobretudo no que respeita a condições de distanciamento físico.

Em Lisboa, na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico, estará a mesa do congresso e os delegados eleitos pelas federações da Área Urbana de Lisboa (FAUL) e Oeste.

Os restantes delegados reúnem-se na Madeira, Açores, Porto, Coimbra, Portimão (Algarve), Aveiro (também junta militantes de Viseu), Estremoz (Évora e Portalegre), Mirandela (Vila Real e Bragança), Covilhã (Castelo Branco e Guarda), Fátima (Leiria Santarém), Alcácer do Sal (Setúbal e Beja) e, por fim, ainda em aberto, Barcelos ou Esposende (Braga e Viana do Castelo).

"Será uma forma inovadora de reunir o órgão máximo do partido. A regularidade no funcionamento dos órgãos dos partidos e a periodicidade a sua reunião é importante para a democracia", afirmou Pedro Cegonho, numa alusão às dificuldades criadas pela atual situação de crise sanitária do país.

Pedro Cegonho, deputado do PS e ex-presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), defendeu que o modelo de congresso proposto "é uma forma inovadora de garantir a máxima participação de todos com a máxima proteção sanitária".
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