A presidente do Museu do Louvre foi o elo mais fraco na sequência do roubo de 88 milhões de dólares. O presidente Emmanuel Macron aceitou o pedido de demissão de Laurence de Cars e justificou a mudança com o facto de o maior museu do mundo requerer “uma pacificação e um novo impulso para levar a bom porto grandes projetos de segurança” e modernização daquele espaço.
O antigo primeiro-ministro, arguido na Operação Marquês, é exímio em encontrar alçapões na lei que o beneficiem. A última estratégia é, aliás, magistral. A saída de PedroDelille do processo foi uma jogada de mestre que permitiu a Sócrates abrir um ciclo de mudança de advogados que se alimenta das limitações da lei e da falta de paciência da juíza do caso para a maneira de atuar de Sócrates. Habemus prescrição à vista, certamente.
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