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Bancos norte-americanos cortam bónus em cerca de 30%

Num ano turbulento para os bancos de investimento, o JPMorgan, Bank of America e Citigroup estão a ponderar não pagar qualquer bónus aos trabalhadores com piores desempenhos.

As ações globais foram a categoria de fundos de investimento que mais contribuiu para o aumento do valor em outubro.
Mike Segar/Reuters
Diogo Mendo Fernandes diogofernandes@negocios.pt 05 de Dezembro de 2022 às 13:48
Em Wall Street, os bancos norte-americanos vão cortar cerca de 30% nos bónus. Pelo menos é esse o caso do JP Morgan, Bank of America e Citigroup, segundo avança a Bloomberg, citando fontes próximas das três instituições financeiras.

Algumas empresas do setor estarão mesmo a ponderar não dar nenhum bónus aos trabalhadores que tiveram piores desempenhos. Isto, depois de um ano turbulento, em que a receita da banca de investimento, no caso dos cinco maiores bancos dos Estados Unidos nos primeiros nove meses do ano, caiu 47%, um declínio de 18,8 mil milhões de dólares.

Para vários trabalhadores da indústria, os bónus podem chegar aos milhões de dólares, multiplicando inclusive o seu vencimento anual.

Os bónus pagos aos trabalhadores estão dependentes dos ventos do mercado, sendo que no final de cada ano, os bancos avaliam a performance de um "trader", por exemplo, e definem o montante a ser pago.
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