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"Gestão dos activos do NB pode minimizar" novos custos para o Fundo de Resolução

Sérgio Monteiro recusa adiantar cenários sobre o valor que o Fundo de Resolução ainda pode ser chamado a injectar no Novo Banco. Mas defende que "a gestão dos activos deve ser feita de forma a minimizar" novas injecções.

Miguel Baltazar/Negócios
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 23 de Maio de 2017 às 19:14
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"A gestão dos activos [problemáticos] do Novo Banco deve ser feita de forma a minimizar a possibilidade de haver" injecções de capital por parte do Fundo de Resolução, defendeu Sérgio Monteiro no Parlamento.

 

"Deve-se aproveitar a recuperação de alguns segmentos de negócio", defendeu o coordenador da venda do Novo Banco. Se assim for, os novos custos do Fundo de Resolução com a instituição poderão estar próximos "do cenário mais optimista".

 

No entanto, Monteiro recusou adiantar quaisquer cenários sobre os custos que poderão resultar do mecanismo de capital contingente previsto no acordo de venda do Novo Banco e que permite a partilha de riscos dos activos problemáticos entre a Lone Star e o Fundo de Resolução. "Seria irresponsável", justificou.

 

Sérgio Monteiro assegurou que o sistema de partilha de riscos que ficou acordado "é infinitamente melhor do que a garantia" prevista na proposta inicial da Lone Star. Isto porque no sistema actual o Fundo de Resolução não pode injectar mais de 3.890 milhões no Novo Banco, enquanto no modelo da garantia o custo adicional poderia ser igual ao valor dos activos protegidos. 

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