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Manuel Fernando Espírito Santo: "Na ESI, era um entre 16 administradores"

Um dos representantes de um dos cinco ramos da família Espírito Santo, que estava à frente da presidência não executiva na Rioforte, diz que só em 2014 teve noção dos problemas de dívida da Espírito Santo International.

Pedro Aperta/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 16 de Dezembro de 2014 às 09:44
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Manuel Fernando Espírito Santo, um dos representantes dos ramos da família Espírito Santo no conselho superior do grupo, defende que não teve conhecimento dos problemas da Espírito Santo International, sociedade que tinha um passivo escondido.

 

"Na ESI, era um entre 16 administradores", disse o presidente não executivo da Rioforte (que tinha os activos não financeiros do grupo) na audição desta terça-feira, 16 de Dezembro, da comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do GES.

 

Na sua intervenção, Manuel Fernando explicou que a ESI era uma sociedade sem actividade operacional, tinha apenas as participações nas áreas financeiras (BES) e não financeiras (Rioforte). Manuel Fernando era o presidente não executivo da Rioforte.

 

Sobre as contas da ESI, Manuel Fernando disse não ter tido conhecimento até ao exercício do Banco de Portugal que revelou dívida escondida no final de 2013. "As contas da ESI eram apresentadas para efeitos de aprovação".

 

"Nunca tive qualquer informação, até ao início de 2014, que não reflectisse a realidade da empresa", disse o membro da família Espírito Santo. 

 

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