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"Não há razões para termos suspeitas dos bancos"

O presidente da AdC assegurou que a banca "é um sector em que os portugueses podem ter confiança", apesar dos indícios de troca de informação sensível entre os bancos que motivaram buscas em 15 instituições financeiras.

Pedro Elias/Negócios
Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 13 de Março de 2013 às 12:43
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O presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), Manuel Sebastião, desvalorizou as preocupações manifestadas esta quarta-feira por vários deputados sobre o sector bancário e a investigação à troca de informação entre concorrentes, afirmando que "não há razões para termos suspeitas dos bancos enquanto entidades idóneas".  

 

"Poderá ter havido uma infracção e se tiver havido teremos de sancionar. Nada mais", comentou Manuel Sebastião durante a comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, a propósito da investigação que terá partido de uma denúncia do Barclays sobre a troca de informação comercial sensível entre os bancos de retalho em Portugal.

 

Garantindo não ter tido qualquer influência no 'timing' da operação, que acontece a poucas semanas do fim do seu mandato, o presidente da AdC reiterou que "devemos estar mais confiantes do que antes na banca", pois "temos um bom sector bancário".  

 

Perante os deputados, Manuel Sebastião declarou ainda que a banca em Portugal "é um sector moderno, dinâmico, muito concorrencial". "É um sector em que os portugueses podem ter confiança. E eu tenho confiança!", afirmou o presidente cessante da AdC.  

 

Em causa, recorde-se, está uma investigação que envolveu buscas a 15 bancos da área do retalho e que se debruça sobre indícios de que as instituições financeiras trocaram informação comercial sensível entre si.

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