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Ações de casinos em Macau valorizam após anúncio sobre vistos e excursões

A Sands China foi a que ganhou mais (15,65%), seguida da SJM (11,57%), Wynn Macau (10,63%), Galaxy (7,18%), Melco (5,26%) e MGM China (4,65%).

3.º Macau, China
Bobby Yip
Lusa 26 de Setembro de 2022 às 12:04
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As ações das empresas com casinos em Macau cotadas na bolsa de Hong Kong valorizaram esta segunda-feira entre 4,65% e 15,65%.

O aumento registado na primeira sessão desta semana acontece após o Governo de Macau ter anunciado no sábado que a China vai voltar a permitir as excursões organizadas e a emissão de vistos eletrónicos para visitas à região administrativa chinesa.

A Sands China foi a que ganhou mais (15,65%), seguida da SJM (11,57%), Wynn Macau (10,63%), Galaxy (7,18%), Melco (5,26%) e MGM China (4,65%).

Em conferência de imprensa, no sábado, o chefe do Governo da região administrativa especial chinesa, Ho Iat Seng, anunciou que, até novembro, a China vai voltar a permitir excursões organizadas e a emissão de vistos eletrónicos para visitas a Macau.

Desde o início da pandemia que o Governo central chinês suspendeu as viagens em grupo e a emissão de vistos para turistas individuais com destino a Macau, para prevenir surtos de covid-19.

O Governo de Macau admitiu, na mesma conferência de imprensa, que a decisão de Pequim vai dar alguma confiança no futuro às sete concorrentes que disputam atualmente seis licenças de exploração de jogos em casino, para um prazo máximo de dez anos, um processo que deverá estar concluído até ao final deste ano.

Além das seis operadoras, que têm acumulado prejuízos sem precedentes desde o início da pandemia de covid-19, também o grupo malaio Genting, que opera um casino em Singapura, está na corrida pelas licenças.

Macau, que segue a política de Pequim de casos zero, apostando na testagem em massa da população e em confinamentos para evitar a propagação do novo coronavírus, registou até agora seis mortos e pouco mais de 2.400 casos, a grande maioria assintomáticos.

Ao contrário do que acontece para quem entra pela fronteira com a China continental, as pessoas que chegam a Macau continuam a ser obrigadas a cumprir uma quarentena de sete dias num quarto de hotel, seguido de três dias de "autovigilância médica", que pode ser feita em casa.
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