Nunca a expressão Polvo "foi tão adequada" para descrever o estado do País
José António Saraiva, director do "Sol", afirmou hoje que a expressão "Polvo" nunca foi tão adequada para caracterizar o estado do País, depois de ser questionado pelo deputado do PS, Manuel Seabra, sobre uma das manchete do jornal.
José António Saraiva, director do “Sol”, afirmou hoje que a expressão “Polvo” nunca foi tão adequada para caracterizar o estado do País, depois de ser questionado pelo deputado do PS, Manuel Seabra, sobre uma das manchete do jornal.
“Nunca a expressão foi tão adequada. Cada vez que se escarafuncha mais o assunto, mais se percebem os tentáculos do Estado na comunicação social e empresas com participações públicas”, afirmou Saraiva na comissão de ética do parlamento sobre a liberdade de expressão.
Saraiva evocou ainda o caso do Tagus Park e de Luís Figo, reiterando que já não é possível esconder que não se passa nada, acusando mesmo os deputados do PS de “já nem eles próprios acreditarem no que dizem”, quando tentam desacreditar as notícias que têm surgido nas últimas semanas.