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Programa Apoiar vai ser estendido para as empresas que continuam encerradas

O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, revelou esta quarta-feira, no Parlamento, que o programa Apoiar vai ser estendido para as empresas que continuam impedidas de trabalhar, como as discotecas.

Ana Sanlez anasanlez@negocios.pt 14 de Julho de 2021 às 11:43
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O programa Apoiar, que concede apoios a fundo perdido, vai ser estendido para as empresas que mantêm a atividade encerrada. O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, durante a intervenção inicial de uma audição regimental. 

"Estas novas medidas tiveram algum impacto sobre a atividade económica", começou por afirmar o ministro, referindo-se à nova exigência de teste negativo ou certificado digital para o acesso a algumas atividades. "Uma perspetiva mais vigorosa que tínhamos para o terceiro trimestre vai ser agora mais moderada, porque a procura turística está a ser menos significativa, em Portugal e na Europa, em função da evolução da situação pandémica".

Isso significa, continuou o ministro, que algumas atividades que se mantêm encerradas desde o início da pandemia, com os espaços de animação noturna, "vão ter provavelmente mais algumas semanas antes de lhes permitirmos o seu acesso", reconheceu Siza Vieira. 

Nesse sentido, "o Governo decidiu que irá estender a aplicação do programa Apoiar para aquelas atividades que continuam impedidas de funcionar, para apoiar este tempo acrescido em que elas permanecem encerradas". 

Desde que entrou em vigor, em novembro do ano passado, o programa Apoiar pagou 1 100 milhões de euros às empresas. O Apoiar Rendas fez chegar 51 milhões de euros a cerca de 24 mil empresas. As microempresas representam 46 mil candidaturas num universo total de 53 mil. 

(Notícia atualizada com os números do Apoiar)

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