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Serviços essenciais vão ficar abertos e sem restrição de horários. Cabeleireiros fecham

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou esta quarta-feira as medidas que vão vigorar ao longo do próximo período de confinamento.

António Cotrim
Ana Sanlez anasanlez@negocios.pt 13 de Janeiro de 2021 às 19:06
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O primeiro-ministro anunciou esta quarta-feira que, tal como em março e abril do ano passado, os serviços que asseguram bens essenciais vão manter-se abertos e sem restrições aos horários durante as próximas semanas de confinamento.

Sem elencar o tipo de serviços que não vão ter de fechar portas, António Costa sublinhou apenas que serão os mesmos que se mantiveram em funcionamento no confinamento do ano passado, o que inclui o comércio de bens alimentares, estabelecimentos de venda de produtos de higiene pessoal ou para a casa, farmácias ou papelarias. Também podem ficar abertos os veterinários, consultórios e dentistas, sendo a exceção destes últimos uma diferença face ao primeiro confinamento. Já os cabeleireiros e barbearias terão de encerrar portas, tal como os ginásios.

Os horários dos supermercados não terão restrições, pelo que "não haverá nenhum motivo para que as pessoas corram" para estes estabelecimentos, sublinhou o primeiro-minsitro, garantindo que será possível "assegurar que nenhum bem essencial faltará nas prateleiras", tal como aconteceu em março e abril de 2020.

A lotação dos supermercados continuará limitada a cinco pessoas por cada cem metros quadrados.

Os restaurantes terão de encerrar, mas poderão funcionar em regime de take-away ou entregas ao domicílio. 

O primeiro-ministro remeteu o anúncio de novos apoios "relevantes" para estas atividades para amanhã, pela voz do ministro da Economia. 

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