Empresas Sonae Sierra Brasil e Aliansce anunciam fusão

Sonae Sierra Brasil e Aliansce anunciam fusão

A fusão entre a Sonae Sierra Brasil e a Aliansce foi anunciada, como se esperava, com o braço luso para os shoppings" no país a ficar com 35% do segundo maior grupo do setor.
Sonae Sierra Brasil e Aliansce anunciam fusão
DR.
Negócios 06 de junho de 2019 às 23:22

A Sonae Sierra Brasil chegou a acordo para a fusão com a Aliansce Shopping Centers, informou a Sonae SGPS em comunicado à CMVM.

"A transação permitirá criar o maior operador de centros comerciais do Brasil, com 1,4 milhões de m2 de ABL sob gestão, através da combinação de dois portefólios complementares com um total de 40 centros comerciais", sublinha o documento.

 

A entidade combinada "estará bem posicionada para aproveitar as características atrativas do mercado e capturar as sinergias estimadas", acrescenta. "Esta transação está alinhada com a estratégia de gestão ativa de portefólio da Sonae, reforçando a sua posição de liderança no setor de centros comerciais e fortalecendo a sua presença internacional", conclui o comunicado.

 

A imprensa brasileira avança que a fusão entre a Sonae Sierra Brasil e a Aliansce "será anunciada nos próximos dias", com o braço luso para os shoppings" no país a ficar com 35% do segundo maior grupo do setor.

 

Recorde-se que o órgão regulador do mercado brasileiro de capitais obrigou a Sonae Sierra Brasil  e a Aliansce a pronunciarem-se sobre "a veracidade das afirmações" contidas numa notícia da edição online de O Globo, que dava conta que a fusão entre as duas companhias "será anunciada nos próximos dias". O jornal garantia, ainda, que a empresa brasileira tomaria o controlo da nova operação e a cadeira da presidência, ficando o braço português para o negócio dos centros comerciais no país com 35%.  

 

No passado dia 23 de maio, em comunicado separados, ambas as empresas prestaram esclarecimentos sobre esta matéria, sem desmentirem as informações avançadas pelo O Globo.

 

Nesses comunicados, afirmaram que "os termos definitivos da potencial combinação dos negócios" dos dois grupos, "incluindo eventual relação de troca, continuam sujeitos à conclusão dos negócios" entre as partes, "motivo pela qual não é possível confirmar, neste momento, a participação final dos acionistas de cada uma das empresas na companhia combinada".

Mas confirmam que, "de facto", esta fusão "teria o potencial para criar a segunda maior empresa do setor de ‘shoppings centers’ no Brasil em termos de área bruta locável (ABL) própria".




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