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Tribunal absolve Novo Banco de pagar 179 milhões ao Grupo Amorim  

O Tribunal da Relação confirmou a sentença que iliba o Novo Banco de indemnizar o Grupo Amorim devido às perdas com papel comercial do Grupo Espírito Santo.  

# Porque Sobe - Um ano depois da morte do pai, Paula Amorim consolida a sua liderança à frente do grupo empresarial da família mais rica de Portugal, com uma fortuna avaliada em 4,5 mil milhões de euros. Gerindo uma diversificada paleta de negócios, que vão da banca ao petróleo, passando pela fundacional cortiça, a filha mais velha de Américo junta-lhe, a título pessoal, apostas de luxo como a Fashion Clinic e o JNcQuoi, aos quais quer poder juntar a Herdade da Comporta.
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Negócios jng@negocios.pt 14 de Setembro de 2018 às 10:22
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O Grupo Amorim perdeu em tribunal a acção que tinha interposto contra o Novo Banco, na qual reclamava 179 milhões de euros devido ao investimento em papel comercial do Grupo Espírito Santo em 2014.

 

De acordo com a edição do Correio da Manhã esta sexta-feira, na decisão de primeira instância o tribunal cível de Lisboa deu razão ao Novo Banco. E num acórdão de 19 de Junho de 2017, o Tribunal da Relação confirmou esta decisão que coloca em risco a possibilidade do Grupo Amorim recuperar o investimento efectuado em títulos de dívida do GES. Segundo o mesmo jornal, o grupo agora liderado por Paulo Amorim reclamou da decisão da Relação, alegando que esta foi tomada apenas por um juiz e por isso pediu um acórdão do colectivo de juízes.

 

O Negócios noticiou no final de Agosto que o BES mau não constituiu nenhuma provisão para fazer face à reclamação feita por entidades do Grupo Amorim devido à subscrição de títulos de dívida do Grupo Espírito Santo.

 

A Topbreach e a Oil Investments, sociedades com sede em Amesterdão e que eram controlados pelo falecido empresário Américo Amorim, tinham 179 milhões de euros investidos em instrumentos de dívida da Espírito Santo Irmãos, sociedade que pertencia ao GES. Houve acções colocadas não só contra o BES, mas também o Novo Banco e o próprio Estado português. 

 

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