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Unicredit quebra elo comercial com Facebook

O banco italiano aponta inconformidades na exibição dos anúncios publicitários que paga para serem difundidos no Facebook. Como tal, decidiu retirar a presença publicitária da rede social.

O gigante italiano Unicredit também tem sofrido com as análises de que poderá precisar de um aumento de capital. Além dos problemas específicos que enfrenta, o banco aceitou assegurar a operação de aumento de capital de outro banco italiano em dificuldades, o Banca Popolare di Vicenza, e teve de ser um dos maiores contribuintes para o fundo italiano para resgatar o sector. As acções descem 50% em 2016.
Bloomberg
Negócios jng@negocios.pt 07 de Agosto de 2018 às 16:22
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O banco italiano Unicredit vai deixar de utilizar o Facebook para publicitar os seus serviços. O CEO da instituição, Jean Pierre Mustier, afirmou que o grupo financeiro cessará as relações com a rede social, alegando que a gigante tecnológica não terá actuado em conformidade nos campos da publicidade e das campanhas de marketing, avançou a Bloomberg.

 

O banco mantém actualmente várias contas na rede social, que actualiza com regularidade. A empresa gerida por Mark Zuckerberg recusou comentar a decisão do banco italiano.

 

Tanto o Facebook como outras gigantes da tecnologia, incluindo a Alphabet e o Twitter, têm recebido críticas no mesmo sentido. São acusadas de falhas na monitorização do espaço onde exibem a publicidade.

 

O Unicredit não é o único a queixar-se destas inconformidades. O grupo Unilever e a Sonos já ameaçaram anteriormente retirar o investimento em publicidade que reservam para este tipo de plataformas.

 

No final de Julho, as acções do Facebook desceram 20% depois da divulgação dos resultados relativos ao segundo trimestre. Os números sofreram com as preocupações em torno da privacidade dos utilizadores e do conteúdo partilhado na rede. Em oposição, as receitas da rede social aumentaram 42% para os 13 mil milhões euros, apoiadas sobretudo no negócio de publicidade dirigida a aparelhos móveis.

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