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Greenvolt celebra contrato de liquidez com CaixaBI

A subsidiária da Altri para as energias renováveis visa, com este contrato, fomentar a liquidez das suas ações admitidas em bolsa.

O CEO da Greenvolt, João Manso Neto, apresentou os planos da empresa até 2025.
Paulo Duarte
Negócios jng@negocios.pt 21 de Julho de 2021 às 20:35
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A Greenvolt – Energias Renováveis celebrou, no passado dia 12 de julho, um contrato de liquidez com o Caixa – Banco de Investimento (CaixaBI), com o objetivo de fomentar a liquidez das ações da Greenvolt admitidas à negociação no mercado regulamentado da Euronext Lisbon (contrato de liquidez), anunciou em comunicado à CMVM a subsidiária da Altri para as renováveis.

 

O contrato de liquidez terá a duração de um ano, entrando em vigor neste dia 21 de julho, sendo renovado, automaticamente, por períodos sucessivos de três meses caso as partes não o denunciem por escrito e com uma antecedência mínima de 15 dias relativamente ao termo das sucessivas prorrogações, explica o documento.

 

As operações estarão limitadas a uma posição máxima que se traduza em ações da Greeenvolt num montante igual ou superior a 100.000 euros; a uma posição líquida em carteira de quantidade igual ou superior correspondente a 10.000 euros; ou a uma quantidade transacionada, a cada momento, de 30% do volume transacionado na Euronext, definida em termos de quantidade de ações.

 

Não foram colocadas à disposição do intermediário financeiro quaisquer ações representativas do capital social da Greeenvolt, nem qualquer montante monetário, para efeitos da execução do contrato de liquidez.

 

A Greenvolt sublinha que o contrato de liquidez deverá ser suspenso, designadamente, nas seguintes situações: (i) Se o ativo subjacente não estiver negociável; (ii) Se a posição acumulada, em quantidade de ações ou em investimento efectuado, atingir a posição máxima, conforme definida no contrato de liquidez; (iii) Se ocorrer falha dos sistemas de negociação do CaixaBI; (iv) Se ocorrer a divulgação de factos relevantes que originem uma variação anormal dos preços das ações; (v) Se ocorrer incumprimento por uma das partes das suas obrigações contratuais, sem prejuízo da possibilidade de resolução do contrato de liquidez pela parte cumpridora; (vi) Se ocorrer mau funcionamento da plataforma de negociação; (vii) Se ocorrerem quaisquer outros eventos que possam motivar alterações significativas ao mercado ou à volatilidade de preços do título, de acordo com os critérios do CaixaBI, agindo razoavelmente.

 

Por outro lado, o contrato de liquidez "cessa imediata e automaticamente se ocorrer objetivamente conflito, no entender do CaixaBI, entre os direitos e obrigações do contrato de liquidez, e a lei ou qualquer regulamentação aplicável, prática publicitada ou orientação difundida por qualquer autoridade governamental, financeira ou fiscal e no caso de suspensão da qualidade de membro do mercado atribuída ao CaixaBI".

 

A Greeenvolt poderá igualmente "pôr termo ao contrato de liquidez a qualquer tempo, sem justa causa, mediante comunicação escrita ao CaixaBI com uma antecedência mínima de 30 dias relativamente à data em que pretenda que a cessação do contrato de liquidez produza efeitos", remata o documento.

A entrada em bolsa da subsidiária da Altri para as energias renováveis, liderada por Manso Neto (na foto), aconteceu no passado dia 15, com as ações da Greenvolt a fecharem o dia a negociar nos 4,80 euros, acima dos 4,25 euros a que foram vendidas no IPO reservado a investidores qualificados.

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