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Capital do Móvel “batalha” para chegar às portas de Lisboa

Pela segunda vez, a principal feira de mobiliário e decoração do país vai deixar Paços de Ferreira. Depois da experiência no Porto, em maio instala-se na Exposalão para “chegar a um público diferenciado” na zona Centro.

Em 1983, a UNESCO decidiu, em Florença, a classificação como Património Mundial o Mosteiro da Batalha.
António Larguesa alarguesa@negocios.pt 09 de Março de 2020 às 10:06
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A Capital do Móvel vai descer à Batalha de 1 a 10 de maio com o objetivo de "atingir os mercados nas regiões de Aveiro, Coimbra, Castelo Branco, Leiria e Lisboa", informou a Associação Empresarial de Paços de Ferreira.

 

Depois de ter rumado à Alfândega do Porto no verão de 2019, a feira de mobiliário e decoração expande-se agora para a região Centro e vai realizar uma edição na Exposalão para "disseminar a marca" pelo país e aproximar-se da capital.

 

Falando numa "oportunidade de chegar a um público diferenciado", a organização ambiciona "abrir janelas de oportunidade a novos negócios" e ir de encontro ao desejo de "maior abrangência de públicos e crescimento das marcas" expresso pelos empresários locais.

 

A deslocalização de uma das edições da feira já tinha sido proposta em janeiro de 2018, na altura para a lisboeta FIL, mas a ideia acabou por ser chumbada pelos associados, decidindo na altura manter a exibição no parque de exposições local, onde costumam marcar presença entre 75 a 100 expositores e perto de 20 mil pessoas durante uma semana.

 

Com uma área industrial de 150 hectares dedicada aos móveis, Paços de Ferreira soma 735 empresas neste setor. Segundo dados compilados a partir de dados do INE, o mobiliário vale 60% das exportações deste concelho do distrito do Porto.

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