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Nova música e videoclipe de Rui Reininho a idolatrar a indústria

“Rota da Sede” é o nome da música que o vocalista dos GNR cantou, ao princípio da tarde desta quarta-feira, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, no final de uma conferência sobre a importância da indústria para a reinvenção da economia.

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Rui Neves ruineves@negocios.pt 22 de Julho de 2020 às 13:28
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Aqui se entra para o mundo

Se cumpre a Rota da Sede

Santiago espera lá ao fundo    

 

À Luz de um farol amigo

Até a esse mural pintado

Sino do Balio antigo

Vai o Leça apressado

  

Sabe a Via Láctea

Sobe a Via Norte

Os mapas são passado

A Fábrica é uma forte

Sabe à Via Láctea

 

Santo Homem bem cheiroso

É memória do futuro

É um mel delicioso

Nas colmeias lado a lado

Sendo a alma do cruzado

 

Sabe a Via Láctea

Sobe a Via Norte

Os mapas são passado

A Fábrica é uma forte

Sabe à Via Láctea

 

Se puderes, olha e vê

Se puderes ver, repara

 

Pelas 13 horas desta quarta-feira, 22 de julho, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, perante uma plateia restrita de 30 convidados, no final de um debate sobre o "Futuro da Indústria" e a revitalização da economia em Portugal, Rui Reininho cantou um tema inédito, intitulado "Rota da Sede", que foi acompanhado por um videoclipe, "todo ele uma referência à indústria, ao território, às empresas e às pessoas", enfatiza o centro empresarial Lionesa, promotora do evento.

Em "Roda da Sede" descobre-se a Via Norte, nome de uma estrada onde estão sediadas grandes referências da indústria portuguesa, como a Sonae, a Efacec ou o SuperBock Group, e também um ponto cardeal magnético que se apresenta como o maior e mais dinâmico centro de negócios dedicado à indústria 4.0 em Portugal.

A extinta Fábrica de Tecidos de Seda Lionesa, inaugurada em 1944 e que representava a indústria 2.0, ressurgiu há mais de uma década como íman económico e social dedicado à 4.0, que manteve o nome Lionesa e que, nos últimos anos, atraiu grande quantidade e qualidade de investimento estrangeiro, nomeadamente nas áreas das tecnologias e serviços partilhados.

Empresas como a Oracle, Farfetch, eDreams, Vestas, Klockner Pentplast e Hilti são algumas das marcas com escritórios na Lionesa, que acolhe um total de 112 empresas e cerca de cinco mil pessoas, de 30 diferentes nacionalidades, num espaço de 48 mil metros quadrados e que gera indiretamente uma faturação estimada em cerca de 1,2 mil milhões de euros.

Entretanto, a Lionesa decidiu editar um livro, chamado "A Fábrica", que partia da narrativa do edifício que acolhe este centro de negócios, em Leça do Balio, Matosinhos, para se estender de todo o Norte para o Mundo.

"Concebida e pensada sem pandemia no horizonte, a edição que junta autores de prestígio tornou-se uma mensagem de força e de esperança em redor de um destino e da sua indústria, reforçando os sinais de confiança, esperança, crença num futuro promissor, depois da crise", enfatiza a Lionesa.

Com fotografias de Luís Ferreira Alves, textos históricos de Joel Cleto e design de João Machado, a edição do luxuoso livro despoletou, assim, algo maior, desaguando numa discussão alargada intitulado "A Fábrica do Futuro", que juntou várias figuras do panorama público e privado nacional e a atuação de Rui Reininho com uma música que é uma espécie de hino à indústria.

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